...por uma música
quarta-feira, março 31, 2010
terça-feira, março 30, 2010
Que raio hei-de dizer? Sinto-me estúpido. Sinto tudo à minha volta... acho que numa só palavra (e que deve ter sido a que mais mencionei ultimamente): "atrofiado".
Ninguém sabe no fundo o que realmente sente neste preciso momento, acho que nem eu sei. Estamos todos a pensar no que sentimos, confundindo-nos e magoando-nos.
Desvalorizamos o que realmente interessa e o que realmente nos faz felizes e deitamos tudo a perder por algo simplesmente estúpido. Não damos conta que temos sede de ter ou de viver coisas com medo que o mundo acabe quando devíamos ver que estamos a perder tempo com isso mesmo e a deixar tudo passar-nos ao lado. Tenho pena.
Eu tento ajudar os que me rodeiam, tal como eles mo fizeram a mim, mas não sei como porque eu próprio fico perdido com eles.
Epá, sinceramente, não sei.
Ninguém sabe no fundo o que realmente sente neste preciso momento, acho que nem eu sei. Estamos todos a pensar no que sentimos, confundindo-nos e magoando-nos.
Desvalorizamos o que realmente interessa e o que realmente nos faz felizes e deitamos tudo a perder por algo simplesmente estúpido. Não damos conta que temos sede de ter ou de viver coisas com medo que o mundo acabe quando devíamos ver que estamos a perder tempo com isso mesmo e a deixar tudo passar-nos ao lado. Tenho pena.
Eu tento ajudar os que me rodeiam, tal como eles mo fizeram a mim, mas não sei como porque eu próprio fico perdido com eles.
Epá, sinceramente, não sei.
quinta-feira, março 25, 2010
sábado, março 13, 2010
monólogo para quem já perdi
Enquanto todos escrevem sobre o mar, eu escrevo sobre o céu. Como ele cada vez me parece mais límpido a meu desejo. Mas, ainda assim, as nuvens vêm e se vão subitamente, parecendo incentivarem-me a metaforizá-las como sendo o que sinto.
Quando era mais novo, sentia um gosto especial pelo frio e a escuridão que o Inverno traz. Agora, anseio pelo Verão como nunca antes o fizera.
Quero tudo limpo, vivo e parcialmente infinito como ainda há pouco era, quando o calor me fazia mergulhar o meu corpo suado e sentir-me outro vezes sem conta.
Estou farto de como a chuva me faz sentir mais perto do chão com o seu peso.
Mais falta me faz o céu aberto para que eu entre no seu profundo azul e me perca despreocupadamente.
- 24 de Fevereiro
sexta-feira, março 05, 2010
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