sexta-feira, dezembro 24, 2010


Feliz... seja-o-que-for que eu já nem sei bem o que é.

segunda-feira, novembro 22, 2010

domingo, novembro 07, 2010

sábado, outubro 30, 2010

terça-feira, outubro 19, 2010




não há nem preço nem descrição.


quinta-feira, outubro 14, 2010

segunda-feira, setembro 20, 2010

domingo, agosto 29, 2010

segunda-feira, agosto 16, 2010

100


Para o 100º escreverei, escreverei tudo o que tenho a escrever mesmo sem saber o que escrever. Quererei dizer tudo o que imagino e sinto, tudo o que penso ou tudo o que é estúpido o suficiente para ousar se atravessar na minha mente.
Ansiarei enumerar as minhas tormentas, banalmente problemas, aqueles que julgo e quero odiar (mesmo sabendo que esse é o pior caminho, mas que a mim a hipocrisia não leva ao desprezo, isso não leva). Quererei falar de como me sinto, depois de uma noite com amigos, me leva a dizer «Amo a minha vida.».
Salientarei que toda a perda de tempo que são discussões e angústias se origina em coisas de valor escasso.
Ouvirei uma música inspiradora para apontar todas estas ideias que me encha a alma (ou talvez o ego) – escolha difícil que terei de fazer na minha enorme lista de paixões musicais.
Passar-me-ão momentos em que quererei ser directo (e até infantil) e atacar pessoas que nem conheço mas que me perturbam por uma série de razões… serei até capaz de dizer que já nem conheço pessoas que já foram o meu mundo.
Pararei aí e tornar-me-ei melancólico (para variar) e tornarei as desilusões e as mudanças da vida o assunto.
Agarrarei numa frase (já outrora pensada) e lançá-la-ei com uma bruta convicção:

Amo loucamente a vida mas perdi a fé nela.


E enquanto a escrevo passar-me-ão todas as imagens que me fizeram pensá-la, delas saltarão palavras como “cancro”, “novo”, “morte” e até mesmo “amor”.
Chegarei ao ponto de me chamar patético e esse insulto/adjectivo/seja-o-que-fôr trará consigo os outros que me perseguem, tais como “dramático”, “marreco”, “maluquinho”… e isto tornar-se-á um monólogo destrutivo.
Utilizarei uma passagem interminável de fotografias no IPod para iluminar a folha de papel onde escreverei deitado na cama de um quarto às escuras das 3 da manhã – altura em que as melhores ideias surgem.
Páro de escrever e surgir-me-á uma foto que não quereria ver pela simples ironia da vida – aqui o monólogo será um lamento.
Remendarei, mudanças são boas e tudo está bem. O valor das coisas desflora quando um problema surge ou quando quase as perdemos – nós humanos somos tão rascos.
Pensarei em saudades, quererei falar de fútil desespero e de outras parvoíces com as quais ainda nada aprendi, mesmo que elas já tenham sido fruto de dor.
Olharei em volta e ficarei inquieto… estupidamente.
Verei o dormir como o melhor a fazer a seguir para acordar mais tarde como se tudo isto nada de importante fosse. Nem isto nem nada do que o precedeu.
Dormirei para fugir, mesmo sabendo que por vezes me perco ainda mais?

Ainda bem que nada disto escrevi.


domingo, agosto 08, 2010

quinta-feira, julho 01, 2010

sábado, junho 19, 2010

domingo, maio 30, 2010

quinta-feira, maio 13, 2010

quinta-feira, maio 06, 2010


Isto explica-me neste momento:


segunda-feira, abril 19, 2010









"A mulher parece ser a coisa que tu mais amas no mundo...



Mas, ainda assim, tu não as consegues compreender."

sábado, abril 10, 2010


Adeus, atribulado 18º. Sigamos, esperando o resto, com um olhar semicerrado para o que já foi.

Que se lixe tudo,
hoje é dia 10 de Abril e eu sou o Rei do Mundo.

quarta-feira, março 31, 2010

apaixonei-me


...por uma música


terça-feira, março 30, 2010

Que raio hei-de dizer? Sinto-me estúpido. Sinto tudo à minha volta... acho que numa só palavra (e que deve ter sido a que mais mencionei ultimamente): "atrofiado".
Ninguém sabe no fundo o que realmente sente neste preciso momento, acho que nem eu sei. Estamos todos a pensar no que sentimos, confundindo-nos e magoando-nos.
Desvalorizamos o que realmente interessa e o que realmente nos faz felizes e deitamos tudo a perder por algo simplesmente estúpido. Não damos conta que temos sede de ter ou de viver coisas com medo que o mundo acabe quando devíamos ver que estamos a perder tempo com isso mesmo e a deixar tudo passar-nos ao lado. Tenho pena.
Eu tento ajudar os que me rodeiam, tal como eles mo fizeram a mim, mas não sei como porque eu próprio fico perdido com eles.


Epá, sinceramente, não sei.

quinta-feira, março 25, 2010





não, eu não vou ser previsível.

sábado, março 13, 2010

monólogo para quem já perdi


Enquanto todos escrevem sobre o mar, eu escrevo sobre o céu. Como ele cada vez me parece mais límpido a meu desejo. Mas, ainda assim, as nuvens vêm e se vão subitamente, parecendo incentivarem-me a metaforizá-las como sendo o que sinto.
Quando era mais novo, sentia um gosto especial pelo frio e a escuridão que o Inverno traz. Agora, anseio pelo Verão como nunca antes o fizera.
Quero tudo limpo, vivo e parcialmente infinito como ainda há pouco era, quando o calor me fazia mergulhar o meu corpo suado e sentir-me outro vezes sem conta.
Estou farto de como a chuva me faz sentir mais perto do chão com o seu peso.
Mais falta me faz o céu aberto para que eu entre no seu profundo azul e me perca despreocupadamente.

- 24 de Fevereiro

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

não sei se vais ler isto, mas é a unica maneira que tenho de te dizer seja o que for


Slow Dancing In A Burning Room


Isto não é um pequeno momento parvo,
Não é a tempestade antes da calma.
Isto é a profunda e moribunda respiração
Deste amor em que temos estado a trabalhar.

Não pareço conseguir segurar-te como queria
Para que pudesse sentir-te nos meus braços.
Ninguém vai vir e salvar-te,
Nós já demos demasiados falsos alarmes.

Nós estamos a ir abaixo,
E tu também o consegues ver.
Nós estamos a ir abaixo,
E tu sabes que estamos condenados.
Minha querida,
Nós estamos a dançar lentamente num quarto a arder.

Eu era aquele com que tu sempre sonhaste,
Tu eras aquela que eu tentei desenhar.
Como ousas tu dizer que não é nada para mim?
Amor, tu és a única luz que eu alguma vez vi.

Eu farei o máximo de toda a tristeza,
Tu serás uma cabra porque podes.
Tu tentas bater-me só para me magoar
Então deixas-me sentindo sujo
Porque não consegues entender.

Vai chorar sobre isso - porque não?

Minha querida, nós estamos a dançar lentamente num quarto a arder.

Não achas que já deveríamos saber?
Não achas que já deveríamos ter aprendido?


- John Mayer


segunda-feira, fevereiro 22, 2010


e aí está. quanto mais eu tento acreditar em algo e lutar contra a corrente... eu acordo. acordo e vejo que sonho nada mais que sonho é. a corrente também traz consigo a frase "São fases da vida." e é assim que com ela agora corro. batendo contra rochas que quebram cada osso do meu corpo, mas eu sigo. ela levar-me-á a algum lado. fecho os olhos e deixo-me ir enquanto aguardo cura.
vamos à próxima.

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

finalmente consegui pô-lo aqui




Projecto Final - Técnicas Narrativas FBAUL 2010
Gonçalo Homem Belchior


segunda-feira, janeiro 25, 2010

domingo, janeiro 03, 2010

sábado, janeiro 02, 2010


Last Goodbye

" Este é o nosso último adeus
Eu odeio sentir o amor entre nós morrer.
Mas acabou
Ouve isto e depois eu vou:
Tu deste-me mais para viver,
Mais do que alguma vez irás saber.

Este é o nosso último abraço,
Devo eu sonhar e ver sempre a tua cara?
Porque não conseguimos nós superar este muro?
Bem, talvez seja só porque eu nunca te conheci realmente.

Beija-me, por favor beija-me.
Mas beija-me por desejo, amor, e não por consolo
Sabes que isso me deixa tão zangado porque eu sei que com o tempo
Eu só te farei chorar, este é o nosso último adeus.

Disseste: "Não, isto não me pode acontecer a mim"?
E correste para o telefone para me ligares?
Estava lá uma voz cruel no fundo da tua cabeça
Dizendo "Talvez tu nunca o conheceste realmente"?

Bem, os sinos na torre da igreja tocam,
Queimando vestígios dentro deste meu coração.
Pensando tão intensamente no seus olhos leves e nas memórias
Oferecem sinais de que "acabou"...
Acabou. "
- Jeff Buckley

sexta-feira, janeiro 01, 2010


e agora, que estás a ler este outro: um feliz ano de 2010 para ti e para os teus.